Spartacus: Blood and Sand – liberdade, paixão, amizade, vingança e honra são só o começo

Por César Cardoso

Baseada na célebre história do escravo que virou gladiador e liderou uma das maiores revoluções do contra Império Romano, Spartacus: Blood and Sand, que depois de um prequel de seis episódios, está com sua segunda temporada anunciada para setembro de 2011, é uma série que lida basicamente com os desejos de seus personagens, desde os mais inexpressivos aos que fazem a trama acontecer de fato. Todos agem de acordo com motivações próprias e bastante particulares: liberdade, paixão, amizade, vingança e honra são só alguns deles.

Seu personagem principal, Spartacus (Andy Whitfield), depois de ter a sua vila atacada por bárbaros, se volta contra o general romano Claudius Glaber (Craig Parker). Separado de sua esposa, Sura (Erin Cummings), e levado para morrer em uma arena de gladiadores, o trácio chama a atenção do ambicioso Batiatus (John Hannah), que o leva para o seu ludus para ser treinado para tornar-se um gladiador. Sem outra alternativa para reencontrar sua esposa e se vingar do responsável pela destruição de sua vila, Spartacus vê aí a sua motivação para tornar-se um Campeão da arena e conseguir o que buscava: vingança.

O treinamento é mais difícil que ele imaginava, pois Cápua já tem seu campeão: Crixus (Manu Bennett), que ostenta sua invencibilidade aos companheiros de ludus e, principalmente ao povo que o assiste e o ovaciona a cada vitória nas areias da arena. Crixus, que nutre uma paixão secreta por Naevia (Lesley-Ann Brandt), se vê em um triângulo amoroso com a esposa de seu senhor, Lucretia (Lucy Lawless).

O que, para muitos pode ser um ponto negativo na série, acaba por ser uma das características mais marcantes da série: o uso do CGI (imagens geradas por computador). Além disso, os produtores Joshua Donen e Sam Raimi não pouparam os nossos olhos da violência excessiva, sangue, sexo e slow motion. O que, aliás, não é nada demais para quem gostou de filmes como 300 e Gladiador, deixando quase impossível de não comparar em um primeiro momento.

O importante é que a série não se trata somente sangue e areia, como diz o título de sua primeira temporada. A estória é bem construída e seus personagens apresentam uma clara evolução dentro da trama, com suas nuances de caráter e desvios de personalidade mostrando um desenrolar livre de maniqueísmos onde ninguém é necessariamente mau ou bom. Eles só agem de acordo com os próprios interesses.

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